26.4.17

Comida: fome emocional



Já foram mais que muitas as vezes que me perguntei se tenho algum mini-transtorno alimentar, não quanto a défice de comida, mas completamente o oposto. Ou então está tudo bem comigo e sou apenas bom garfo. Por mim estava sempre a comer e fazia grandes e gulosas refeições quase todos os dias. Acho mesmo que seria assim se fosse magra por natureza como já fui, em que podia comer o que me apetecesse e o peso era sempre o mesmo, o que mudou com a entrada nos 30.

Ainda assim o meu metabolismo não é o pior que podia desejar. Bem posso agradecer à genética, tenho hoje mais 1Kg do que quando engravidei, a Carmencita tem 7 semanas e desde que nasceu eu não tenho feito outra coisa senão comer porcarias, umas atrás das outras. Ando completamente obcecada por chocolate e já perdi a conta aos açúcares que ingeri. É indescritível, acho que nunca tive uma fase tão devoradora e tão prolongada de ansiedade por chocolates e derivados.

Tenho deixado andar, tenho oferecido às papilas todas as porcarias que me tem apetecido, mas com um deadline: em Maio (dois meses após o parto) recomeço o ginásio, não tenho vontade nenhuma, mas quero de volta o corpinho que tinha antes para gostar de me ver nos meus bikinis e me sentir bem este verão. Não acho o meu corpo diferente depois da gravidez, apenas o acho mole e a precisar de ser trabalhado. Não faço ginásio como deve ser há mais de 6 meses, muita massa muscular foi pelo cano, pelo que na verdade tenho mais gordura do que 1Kg que parece ser o aumento que a balança mostra. Já todos sabemos, a massa muscular pesa mais do que a gordura.

O meu problema não é fome, claro que não. Mas não devo estar sozinha. Sentem dificuldade em controlar aquilo que comem ou a quantidade que do que comem, sobretudo quando a comida está à vista? Quando é um jantar ou uma festa em que tradicionalmente há comida com fartura, o meu registo é começar e não saber quando parar. Quer dizer, saber sei, só não me apetece parar. E depois arrependo-me, desce o peso de consciência em mim e tento equilibrar com as refeições seguintes.

Mas há um workshop para pessoas parecidas a mim:

1. Pessoas com forte apetência por alimentos mais calóricos, ricos em açúcar e gordura.

2. Pessoas que não conseguem parar de comer, às vezes num modo automático em que mal se saboreiam os alimentos, mesmo quando o estômago já se sente confortável de quantidade.

3. Pessoas que sentem tristeza, arrependimento e/ou fracasso depois refeições em que não conseguiram controlar-se.

Se se identificam com alguma parte desta descrição, o workshop "Fome física ou fome emocional" é um whorkshop prático de desenvolvimento pessoal que junta a nutrição à psicologia. O objectivo é ganhar estratégias que ajudem a reconhecer, acalmar e evitar os ataques de fome emocional.

O workshop acontece no dia 9 de Maio às 18H30, em Lisboa, com a duração de 1H30. O preço é de 40€ por pessoa e conta com a nutricionista Mariana Abecasis e a psicóloga Filipa Jardim da Silva.

Para mais informações, contactem a Mariana Abecasis através do endereço mariana_abecasis@hotmail.com

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25.4.17

Verdade #73


Isto aplicado ao escritório, é um mimo!

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© A Maçã de Eva

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