9.10.17

Um dia mato este gajo #88

Este post não é bonito, 'tá? Mas é humano. Ainda ponderei contar esta história. Hesitei, mas depois de a contar à minha mãe que chorava e soluçava a rir ao telefone, achei que outros poderiam rir também. Pode ser que vos leve gargalhadas nesta segunda-feira de trabalho.

Quem tem um bebé depara-se com uma realidade antes nunca pensada, ou uma realidade que até já se tínhamos ouvido falar mas não compreendíamos bem até ter um bebé nas mãos: há alturas em que não há tempo para nada. Nada.

Um bebé é de tal maneira absorvente na atenção e nos cuidados que requer que uma pessoa demora que tempos até sair de casa, demora que tempos até finalmente conseguir tomar um duche, adia as idas ao WC para fazer as necessidades humanas, muitas vezes os pais jantam à vez, os telefonemas ficam por devolver, etc. Eu não sei explicar, não sei se complicamos, mas há dias em que é muito difícil gerir o tempo.

E tudo piora quando estamos sozinhos em casa com o bebé, sem outro adulto por perto.

Tinha a herdeira na espreguiçadeira em modo nervoso, eu sabia que não se ia aguentar muito mais tempo sem chorar, mas eu precisava muito de ir ao WC para um nº 2 (não, eu não escrevi isto no blogue).

No WC, ia para tratar da minha higiene pós-coiso quando criança desatou aos gritos, numa pressão desgraçada, sozinha na divisão ao lado, o som a pressionar-me, a pressionar-me, a subir-me ao cérebro, tratei a correr do que tinha para tratar e sai do WC, "pronto, pronto, já aqui estou!".

Fomos à nossa vida (e sim, eu estava devidamente higienizada, não é o assunto aqui).

Cerca de 1h depois, já com o homem em casa, o PAM chama-me aos gritos, mais parecia que tinha deixado a criança cair no chão. Voei para ele que me ordenou que o seguisse com um ar muito reprovador: "anda cá".

Entrou no WC, apontou para a retrete de dedo esticado e perguntou: "eu faço-te isto?".

Ali estava um submarino flutuante com olhinhos a piscar ao meu marido, um enviado especial dos meus intestinos não muito antigo.

Também é por isto que se diz que os bebés arruínam relações. Pressionam de tal maneira com os seus choros histéricos que com o stress as pessoas se esquecem de puxar o autoclismo, deixando um nº 2 a marinar em águas duvidosas para mostrarem a sua cor à outra metade da relação.

Não posso dizer que senti vergonha. Não posso sequer dizer que tive uma pontinha de constrangimento naquela relação triangular no WC: eu, ele e o meu cocó (a fazer-lhe olhinhos).

Enquanto me fraquejavam os joelhos de tanta vontade de rir, senti aquele momento e argumentei:

- Não vês que agora estamos verdadeiramente unidos? Isto é mais que muitos casamentos: tu viste o meu cocó!
- Eu não conheço ninguém como tu... - disse puxando o autoclismo, sempre com aquela cara de quem viu um monstro.

Moral da história: não tenham filhos.



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I love style #19


Elie Saab, 2013


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6.10.17

Gostei e comprei #44


Calças MANGO, antigas
Top ZARA, antigo
Chapéu, Ale-Hop
Sandálias, ROS LISBON

Calças largas e curtas! Já tenho escrito sobre isto e sugeri até este modelito. Não me canso de vestir este tipo de calças, sobretudo eu que vivo mal com roupa justa.

Estas calças não são novas e estão esgotadas, venho tarde. Comprei-as poucos dias depois de a Carmencita ter nascido. Estava numa MANGO quando vi que todas as meninas andavam com estas calças, mas nada de as ver numa prateleiras. Dirigi-me a uma delas e pedi: "quero as suas calças". Foi buscá-las ao armazém, não estavam em loja e efectivamente nunca as vi em loja.

Na altura foi um dilema decidir-me entre um S e um M, estava pançuda, sentia o M bom na cintura mas enorme no rabo, o S ficava bom no rabo mas apertadote na cintura, dilemas de quem acabou de ter bebé, quer mesmo adquirir aquela peça de roupa e não saber se vai voltar à forma anterior.

Felizmente decidi-me pelo S (como forma de motivação) e uma semanas depois comecei a usá-las. E tenho usado, usado, qualquer dia estão gastas!

O modelo já não existe mas encontrei este que vou jurar que é igual, apenas um pouco mais curto.

Boas compras!


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Pôr as crianças a comer



A Mariana começou por ser minha nutricionista por recomendação de uma pessoa. Mais tarde recomendei no blogue (isto já foi há décadas), muitas leitoras recorreram à Mariana com sucesso e com o tempo tornámo-nos amigas.

A Mariana, que passa a vida a somar sucessos e reconhecimento, lançou há dias um novo livro, o "Vamos conhecer os alimentos!", desta vez para crianças. E a abordagem do livro é genial, cativante para os mais pequenos, parte logo do princípio "eu sei que achas estas comidas nojentas", fica logo feita a introdução e está ganha pelo menos a curiosidade de ver o que tem para dizer.

O livro fala sobre a origem dos alimentos, os seus benefícios, curiosidades, informação para fazer um brilharete à mesa, tudo com desenhos atraentes e todo um suscitar de curiosidades em páginas divertidas em vez do modo debitar informação.

Alimentos estranhos, aspecto pouco apetitoso, pais que insistem que "faz bem", o que é comer bem, das leguminosas às especiarias, das frutas aos lacticínios, verdades e mentiras, tudo para ter à mesa um entendido na matéria. O conhecimento é muitas vezes o suficiente para testar novos sabores e para tornar a alimentação mais fácil.

E se são como eu que começam a comprar presentes de Natal com muita antecedência, aqui fica uma excelente ideia para os mais pequenos.






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29.9.17

Maternidade em modo zombie


A minha vénia às mães solteiras, mães que têm de sair para longe e trabalhar, mães de bebés com problemas de saúde, mães com depressão pós-parto e sem qualquer tipo de apoio e ajuda, não sei como conseguem. Mas não sei mesmo. Sei que sou uma privilegiada, tenho saúde, uma família grande, generosa e uma pessoa que me ajuda durante o dia. Ainda assim, tendo de gerir vários negócios e sobretudo pelo lado profissional que não posso parar, não tem sido fácil.

Nos primeiros dias de bebé comentei no facebook do blogue que tinha sido capaz de uma proeza: durante a noite a minha filha choramingou a chucha caída, liguei a luz para lhe devolver o consolo, mas entre pegar na chucha e levá-la à boca, adormeci a meio do caminho com o braço estendido. Não sei se aconteceu por uns segundos ou por uns minutos, mas achei que o episódio retratava bem o cenário de ter um recém-nascido ao lado da cama.

Duas noites depois um novo episódio aconteceu. Foi uma daquelas madrugadas más em que a criança se recusava a dormir, peguei nela e pu-la a dormir ao meu lado fazendo uma asa com o braço e encostando-a a mim. Foi o único método que resultou para podermos dormir, mas quando acordei perguntei ao meu marido se tinha sido ele a colocar a herdeira junto de mim, respondeu ter sido eu. E eu pura e simplesmente não me lembro de ter pegado nela.

Quando relatei o primeiro episódio no blogue li o comentário de uma mãe que me deixou a pensar. Dizia: “E digam-me uma coisa, mães: vocês nesse estado sentiam-se felizes?! Eu não... mentiria se dissesse que sim”.

O comentário não fez grande eco. Não sei se passou despercebido, se as mulheres se escondem no silêncio e se esse silêncio esconde uma “vergonha”, um sentimento que não é suposto sentir. A sociedade dita que a gravidez e o nascimento de um bebé devem ser a representação da felicidade máxima de uma mulher, o dia do nascimento deve ser o dia mais feliz na vida dela e quem não corresponder a este estereótipo é uma mulher sem coração, uma mal-amada, um bicho raro, no limite uma mal-agradecida pelo que a vida lhe deu quando existem tantas mulheres que não conseguem ter filhos.

Cada mulher terá uma sensibilidade diferente à nova realidade de ter filhos, mas eu estou no mesmo saco da leitora que teve coragem de dizer que os primeiros tempos não eram representação de felicidade. Também não é que me sinta infeliz e miserável, mas para mim não existe grande felicidade num recém-nascido. Não é que não se goste do bebé, nada disso está em causa. Os bebés são um docinho, especialmente quando estão a dormir e ficamos a namorá-los com o olhar no berço.

Mas ter um recém-nascido é muito mais do que isso. É não dormir, é ouvir gritos e um choro que nos entra na cabeça como um berbequim (isto não é força de expressão), é ter de alterar horários, é não poder sair de casa, é ter a paciência reduzida e em simultâneo um mundo de pessoas a querer saber como está a correr, a pedir fotos e a querer visitar, é fazer sonos intervalados e precisar da cabeça para trabalhar, é somar fraldas sujas que chegam ao limite do caixote de lixo, é esgrimir mil e uma estratégias para nos facilitar a vida (temo-nos deitado às 22H), é comprar horas de sono ao bebé e reduzir o cansaço enquanto nos perguntamos também mil e uma vezes: “mas o que é que ela tem?”. E no caso da minha filha na maior parte das vezes não tem nada, simplesmente chora, porque sim.

Lamento, mas não há felicidade nestas alterações de vida. Pode haver felicidade em olhar para o bebé, podemos ter sentimentos de amor, mas tudo o resto, a tal “nova vida” de que se fala, essa não traz qualquer felicidade. Eu cheguei a chorar de desespero por entre os gritos e um choro que se prolongou nos meus ouvidos por 11 horas. Já sabemos que a privação de sono é um método de tortura, mas ouvir o choro de um bebé sem nada que o faça calar pode muito bem ser um método de sacar informação aos terroristas. Este episódio (ou deverei dizer dia inteiro?) deixou-me um amargo sentimento de arrependimento e a sensação de ter entregue a minha liberdade por algo que não me estava a fazer feliz. Não há felicidade possível numa cabeça fundida e com um raciocínio lógico comprometido.

Felizmente este sentimento não acontece todos os dias, mas aconteceu e por isso disse ao meu marido que não via felicidade no exercício diário de ser mãe. Pareço um boi a olhar para um palácio quando nos primeiros tempos me perguntam: “ser mãe não é a melhor coisa do mundo?”.

Adoro a minha filha, não está em causa o sentimento por ela, mas o exercício de maternidade de um ponto de vista racional e tudo o que envolvem os primeiros tempos, tudo o que limita e o desgaste mental e físico que traz, a mim não me proporcionou qualquer tipo de felicidade. E não posso dizer que tenha sido uma surpresa, sou uma pessoa extremamente racional, já imaginava que me fosse sentir assim.

Assumir uma coisa destas parece ser um choque para os outros e deve ser por isso que os pais passam a vida com a conversa “ah, mas compensa…”. Não compensa nada, não há aqui sistema de compensações, há de consequências. Para ter uma herdeira, uma “costelinha”, a minha vida teve de piorar. É assim, um preço a pagar, faz parte, e dizem que tudo melhora, a criança e a sensação de cabeça arrasada, o que é verdade. Por isso, se houver por aí mães que não estão a dar urros de alegria por terem um recém-nascido em casa, não se preocupem, não são as únicas e quem não achar isto natural cá para mim está a mentir.

No entanto é verdade que são uns docinhos quando estão a dormir, pelo menos a minha era. Quantas vezes exclamei: “tão bonitinha!”, mas isto é ela a fazer caras fofinhas e a manipular-me poucos dias depois de ter saído da minha barriga.


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27.9.17

Red, red everywhere!



Já devem ter reparado que as montras e revistas têm encarnado por todo o lado.
No início estranhei, mas agora está a chegar-me ao sangue.

Não consigo deixar de pensar num modelo que tive da ROS LISBON, o VITÓRIA, e fazê-lo em encarnado puro e duro. Ia adorar com o look total preto.

Em camurça. Ai, a vontadinha!
Sempre quis uns botins encarnados e agora parece-me ser o momento.



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25.9.17

Ter filhos: tornamo-nos todas mães “extremosas”? Mudamos para sempre?


Chegada a era do Facebook nasceu na internet um fenómeno que apelido de “mães extremosas”. Não se deixem enganar pela designação que parece fruto de dedicação, algo de bom, porque não é.

Recebem o nome de “extremosas” porque são de extremos, radicais, fundamentalistas, são aquelas mães prontas a julgar outras que não professem dos mesmos ideais, mulheres sugadas pela maternidade sem outro tema que as preencha, um papel assumido e devorado de tal forma que as torna más pessoas para com outras mães, com especial destaque nas redes sociais.

Muitas vezes os comportamentos destas mulheres me fizeram pensar que se fosse para me transformar daquela maneira, preferia nunca ter filhos. Na internet, perdi a conta às vezes que fiquei horrorizada com a maldade e a falta de tolerância para com outras opções diferentes, por exemplo no que toca a dar de mamar vs optar por leite adaptado, apenas para mencionar um clássico que provoca tanta ira neste tipo de mães.

A gravidez e a maternidade podem ser transformadoras de personalidade. Algumas mulheres podem ser de tal maneira absorvidas e apaixonadas pela nova missão que a maneira como as conhecemos uma vida inteira pode alterar-se. E em parte percebo que muita coisa mude dentro de nós, na cabeça e no coração, percebo que algumas opiniões e ideias se alterem, mas compreendo menos quando a transformação torna a nova mãe numa outra pessoa.

Antes de engravidar e durante a gravidez muitas vezes me perguntei: será que vou mudar muito? E o receio não era só meu. Durante a gravidez um amigo contactou-me com alguma regularidade com testes de despiste para verificar se me estava a transformar para pior. Ele tem amigas que desapareceram para a maternidade e nunca mais foram encontradas, passaram a fazer parte de certas seitas que ele prefere ignorar a existência, tornaram-se estranhas, irreconhecíveis e compreendo o receio de que o flagelo pudesse acontecer a mais uma amiga.

As perguntas de teste iam variando. Apesar de feliz com a minha gestação planeada, não mudei a minha opinião relativa à liberdade de uma mulher poder optar por interromper uma gravidez, continuo a achar a maioria dos livros de gravidez uma vergonha que obriga todas as mulheres a uma imensa felicidade, a gravidez não mudou a minha opinião quanto à amamentação (a ideia nunca me apaixonou), não me embevecia a cada carrinho de bebé que passava por mim, continuava a não ter paciência para crianças aos gritos em restaurantes, para me interromper e dizer: “OK, OK, estás o mesmo monstro de sempre!” e mudarmos para outros assuntos de conversa distantes da maternidade.

No entanto, já mãe e de bebé nos braços, ainda que longe de uma experiência “extremosa” que nunca acreditei que me acontecesse, perguntava-me se o desapego seria insuportável. À semelhança do que aconteceu com pessoas que me são próximas, perguntava-me se ficaria de coração apertado para sair de casa sem a cria pela primeira vez, se me sentiria incapaz de a deixar com algum familiar para ir jantar fora ou ir ao cinema, mais ainda, se seria afectada como confessam sentir alguns amigos, incapaz de me afastar por uns dias e ir viajar.

Até à data, nada disto se verificou. Não fiquei de coração apertado a primeira vez que saí de casa e a deixei para ir às compras (aliás, saí cheia de vontade ainda que fosse apenas para ir ao supermercado), não fico ansiosa perante a ideia de a deixar com a minha mãe (embora me provoasse ansiedade a hipótese de a miúda encarnar o demo e proporcionar onze horas de choradeira como assistimos nos primeiros dias) e, embora a ideia de viajar me pudesse deixar de coração apertado e mesmo vir a deixar-me de olhos molhados, nunca estive perto do ponto de desistir, de não querer viajar ou de adiar os planos de viagens durante uns anos por sentir o coração incapaz de resistir à distância. Este foi um exercício ao qual me obriguei, por mim, pela minha relação, senti que tinha de manter uma parte da vida, alguns dias que fossem só nossos, meus e do meu marido, sem bebés. Racionalmente imagino que seja mais difícil nas primeiras vezes e com o tempo deve ir melhorando.

Poucos dias depois de ter nascido a herdeira ligou-me um outro amigo para saber como estava a correr o regresso a casa, tendo eu suspirado “não tenho paciência para estes berros!”, ao que respondeu: “Cruella de Vil!”. 

Em suma, tudo indica que esteja na mesma. Ainda sou eu! Ou então é cedo e tudo pode ainda mudar. Nisto de ter bebés o melhor é não criar verdades absolutas e deixar os cenários em aberto.


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24.9.17

Desejo de consumo #25



Cruzei-me com esta imagem no Pinterest e dos meus olhos voaram corações 
Eu quero!

O problema é que isto é um guia para fazer igual. Mas uma pessoa não pode perder a esperança assim. Onde? Já alguém viu por aí calças em alguma marca?

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22.9.17

Gostei e comprei #43




Calças largas ZARA, aqui
Top com mangas ZARA, aqui
Mala, modelo Lisboa, ROS LISBON
Sandálias, modelo Margarida, ROS LISBON


Assim que começa a meia estação, lá da primavera até ao outono, dificilmente me apanham de jeans. Não consigo, sinto-me quente, cheia de calores. Tenho mil calças sem serem de ganga que uso cada vez mais, adoro calças curtas e largueironas. Além de serem giras, sou capaz de jurar que trazem mais conforto do que umas leggings de ginásio. Na minha viagem a NY este tipo de calças foi o modelo que mais ocupou lugar na mala.

Sorte a minha este estilo está em todas as lojas, pelo que tenho vindo a somar vários modelitos e cores no meu closet. Este modelo das riscas em particular é de um tecido de sonho do lado de dentro, é tão bom que sabe bem as festinhas que vai fazendo nas pernas enquanto os movimentos fazem as calças roçar na pele. Por mim passava a vida com elas e podiam fazer em todos os padrões e cores, eu compro! Escolhi um tamanho M e o preço é very nice: 19,95€. Agarrarem enquanto é tempo, aqui.

Sendo que este tipo de calças continuam em alta para a estação de inverno, já estou de olho em algumas, só preciso perceber como é que isto se combina sem ser com sandálias, ténis ou sabrinas. A ver vamos!

Outra compra que valeu muito a pena foi este top com um corte muito simples, um twist nas mangas em folho - que é o que dá graça ao modelo - e ao preço simpático de 7,95€. Comprei um tamanho S, podem encontrar o top aqui.

Boas compras!



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A nova Inbox do Gmail


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21.9.17

Dermatologistas: estou a perder a paciência


Já não sei o que fazer, estou a perder a paciência para dermatologistas e queria mesmo, mesmo, mesmo, encontrar um ou uma dermatologista que me compreendesse e me fizesse parar de andar aos saltos de consulta em consulta.

Tenho uma coisa de pele que dá pelo nome de queratoses e fibromas. É um presente genético da minha mãe que não vale a pena procurar no Google porque as imagens são nojentas e não correspondem ao meu estado. São como sinais e bolinhas de pele que sempre fui tendo, fui queimando, mas com a gravidez e o pós-parto sinto que houve uma explosão de confetis. Tenho imensas! E não vivo bem com isto.

Maioritariamente trata-se de uma questão estética, mas convém que uma pessoa se sinta bem na sua pele, certo? Os meus sinais e bolinhas de pele são mínimos, MAS - e aqui reside o problema - isto cresce com o tempo e se não queimar, aí sim fica o nojo que se encontra no Google. Além disso, se é para queimar, parece-me sensato que se faça logo quando nasce, quando é mínimo e tem perto de 1mm do que ter de queimar uma área maior e sujeitar-me a cicatrizes.

O que é que acontece quando vou ao dermatologista mostrar o meu caso? "Ahh, mas são tão pequeninas, acha que vale a pena?". Fico logo em brasa, isto está a repetir-se uma vez atrás de outra. Qual é o problema de ir queimando queratoses e fibromas à medida que vão aparecendo, uma ou duas vezes por ano? Qual, por Deus?

Nenhum médico me diz que não de forma taxativa, mas andam ali às voltas a dar-me aulas e a tentar convencer-me de uma coisa que tenho há anos e tenho sempre, sempre, procurado exterminar à medida que vão aparecendo. Eu não preciso de lições, preciso de alguém que o faça sem opinião pessoal "não vale a pena".

Como se não bastasse, com a gravidez apareceu-me um buraco nas costas que originou um ponto negro hediondo com área cinzenta em redor. Por mais que seja espremido volta sempre, existe um buraco que não fecha. Por que raio aparecem buracos na pele com a idade? Tenho uma amiga que consegue meter o espigão de um brinco quase inteiro!

Entre outras coisas, este foi um motivo para não meter os pés na praia este ano. Não suporto a ideia de me verem pelas costas e ter um ponto negro que parece bruxedo a fazer caretas às pessoas.

No dermatologista, mostrei a peça. Reconheceu haver um buraco, que provavelmente só é possível corrigir com uma mini-cirurgia, "mas oh, é tão pequeno, tem 1,5mm... é melhor ter um ponto negro do que uma cicatriz, não acha?".

F****-se! Não, não acho! Prefiro ter a cicatriz de um ponto, de 10 pontos, um ponto negro é que não! Onde é que estas pessoas têm a cabeça?

Portanto, qual é o próximo consultório onde vou bater à porta e de preferência que tenha acordo com a Multicare?

Começo a pensar que o que preciso é de um dermatologista ligado à estética, alguém que saiba compreender a minha vontade, os meus complexos e corrigir o problema que nunca vai desaparecer, mas que pode ser atenuado.

Há por aí alguém com um problema semelhante e que me possa dar sugestões? Sugestões com experiência própria, SFF, porque dermatologistas há muitos mas pelos vistos isto é uma área que tendem a não querer tocar porque não é maligno e acham que para a pessoa não faz diferença. Mas faz, caramba! Faz! Oiçam os pacientes!


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Beber água de maneira diferente


Tenho pena, mas não sou uma pessoa de beber água, não gosto. Por mim bebia água apenas quando tivesse sede, o que é errado, pois se temos sede o corpo já está em privação. Adorava ser como uma funcionária que tenho, anda sempre de garrafa de água na mão, daquelas com design.

Para mim só existe uma maneira de conseguir beber 1L a 2L de água por dia, que é na versão chá ou sabores e flutuantes. E só é possível se não andar o dia todo na rua e tiver dias de escritório, porque de outra maneira só de fraldas.

Têm-me sugerido várias garrafas de água em estilo fashion, amigas do ambiente, livres de BPA e outras porcarias. São mesmo giras e vale a pena a partilha para quem gosta de água ou para quem, como eu, vive numa luta para beber mais água.

O bom destas garrafas - além de pouparem o ambiente - é que são fabricadas mesmo com o objectivo de beber água, pelo que nas boas marcas podemos livrar-nos dos efeitos secundários de materiais de fraca qualidade como a água vir a ganhar sabores esquisitos ou fugas para dentro da mala.


Adoro esta garrafa! 
Além de ser fã da cor menta, é possível personalizar a tampa com o nosso nome.
Este modelito leva 550ml e está disponível na EQUA, aqui.



Num outro registo este modelo é de aço inox, promete uma bebida fria durante 24H e uma bebida quente durante 12H. 
Este modelo leva 500ml e está disponível na CHILLY'S, aqui.



Este modelo é o que ganha para as minhas necessidades, pois parece ter um gargalo melhor para inserir frutas e um rede para separar a bebida dos sólidos ao beber. Só lhe falta um garfo para comer os mirtilos no fim. 
Este modelo leva 500ml e está disponível na Drop Bottle, aqui


Sou capaz de me encantar por este último modelo, já alguém o adquiriu para dar opinião?

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20.9.17

Finalmente provei tapioca!




Tantas vezes vou ao Brasil e nunca tinha provado tapioca. Com o advento do saudável, das corridas, do fitness, da comida sem glúten e outras variantes, cada vez mais ouvia falar de tapioca sem ter provado.

Para mim foi uma surpresa, achava que as tapiocas eram uma massa tipo crepe ou panqueca, mas afinal é um granulado branco, quase parecem bolinhas de esferovite que colocadas ao calor unem-se fazendo uma tapioca redonda e estaladiça. 

Experimentei a Hó Tapioca (Armazéns do Chiado, em Lisboa), onde vi brasileiros a trabalhar. É boa ideia que as pessoas atrás deste tipo de negócios sejam verdadeiros conhecedores do mesmo. 

Nem sei bem como descrever, a tapioca não tem um sabor forte, é um sabor levemente perfumado. O segredo estará na escolha dos recheios e na qualidade da tapioca que deve ficar crocante. Além disso, é uma refeição leve que permite abusar (o que acaba por ser contraproducente com a ideia light, mas uma pessoa gosta de experimentar!).

Nas tapiocas salgadas eu e o PAM dividimos a versão Paris (com cogumelos e legumes), a Tropical (frango e ananás) e a Giovanni, a minha preferida (de queijo, presunto e rúcula). Nas doces (nas fotos abaixo), dividimos a de Nutella e morangos e a Beijinho, algo tipicamente brasileiro, de morangos, leite condensado e côco. Apesar de ser grande fã de Nutella, gostei mais da Beijinho. E claro, as tapiocas pareciam leves, coisa pouca, mas saímos a rebolar.

No Brasil há tapiocas por todo o lado, fazem parte dos cardápios das garotas saradas e dietas vegetarianas, já que são livres de glúten, ricas em proteínas vegetais, ferro, vitaminas, ácido fólico, cálcio, ómega 3 e não faltam ideias para fazer uma tapioca que pode ser doce ou salgada. Fica a ideia!






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19.9.17

Carmencita já lê!


Uma das memórias que tenho de infância são os livros. Fui uma miúda devoradora de livros, não demorava muito a chegar à última página e as minhas listas de Natal incluíam sempre livros. A minha mãe, o meu avô e uma das minhas tias deram-me todos os livros que quis ler. A ida à Feira do Livro, no Parque Eduardo VII, era a cada ano uma tradição que me arregalava os olhos. Voltava para casa com sacos de As Gémeas, Os Sete, Os cinco, Uma Aventura, O Colégio das Quatro Torres, quantos passaram por mim!

Tenho consciência que toda essa leitura me ensinou a escrever português quando estudava numa escola estrangeira. Adorava poder passar o gosto pela leitura à minha filha, sobretudo levá-la a folhear livros com mensagens como este 'Bombeiro dos pés à cabeça', uma parceria entre o Grupo Os Mosqueteiros (Intermarché, Bricomarché e Roady) que procura sensibilizar os mais pequenos para a prevenção dos incêndios florestais e o trabalho notável dos bombeiros, num Estado que tão maltrata estes voluntários, mas que dependendo da generosidade e gratidão da população nada lhes faltará. 

Num ano em que a Estrada da Morte nos deixou imagens tão difíceis de engolir, faz sentido que este livro apareça à venda todos os anos, pois todos os anos há crianças para ensinar e aprender. Até podiam criar várias histórias coleccionáveis, fica a sugestão.

A compra deste livro (1,99€) contribui para uma campanha do Grupo Os Mosqueteiros que procura renovar os equipamentos de protecção individual de combate a incêndios, tendo desde 2014 entregue 1.255 fatos completos.

A Carmencita muito agradece ao Grupo os Mosqueteiros e à Liga dos Bombeiros Portugueses este livro que vai guardar, estimar e com ele aprender 

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18.9.17

Como foi o 3º trimestre de gravidez? O melhor e o pior


Nota: as gravidezes não são todas iguais (longe disso!), pelo que a minha impressão sobre o terceiro trimestre é pessoal. Umas mulheres identificar-se-ão, outras nem pensar. E quem não se identificar não deve estranhar ou pensar que há algo de errado. Em caso de dúvida deve consultar-se o médico assistente e não a grávida ao lado.

Olho para esta imagem que nos dá um esquema do 3ª trimestre dividido por meses e semanas, mas o meu último mês vai quase até às 42 semanas. Eu estive mais tempo grávida do que grande parte das mulheres, quase sinto que deveria ter direito a qualquer coisa em jeito de bónus, mas nem sei bem o quê.

Passei a gravidez a ouvir “ai, o 3º trimestre é o pior!”, “ai, vais deixar de evacuar!”, “ai, vais deixar de dormir!”, “ai, vais deixar de te mexer!”. E eu sei que as pessoas dizem isto tudo em jeito de aviso, com a intenção de nos preparar para o que aí vem, uma forma de nos sugerir aproveitar ao máximo a fase em que a gravidez ainda é boa. Mas como seria expectável, histórias há muitas e as gravidezes não são todas iguais. Nunca são, é por isso que não dei grande importância às histórias, quer de terror, quer de maravilha, pois qualquer uma delas podia nem passar por mim. Com isto na consciência pude ouvir de tudo, o melhor e o pior, sem criar medos ou grandes expectativas.

Nesta última fase, depois de uns breves episódios de ciática no segundo e terceiro mês, eis que a meio do terceiro trimestre a ciática regressou, também por breves episódios, mas de uma forma ainda mais paralisante. Não sei explicar o que é ciática, a melhor forma de a descrever seria como um impulso eléctrico que vai do alto da nádega até meio da coxa e que não permite de forma alguma que se apoie o pé no chão para dar um passo em frente. Mas de maneira nenhuma mesmo, não é força de expressão! O corpo parava, deixava de obedecer sem aviso e eu ficava ali entravada à espera que passasse. A mim dava-me para rir como uma hiena, mas estou consciente de que só tinha humor porque era uma coisa passageira e não um problema de saúde que me afectasse seriamente. Além disso, estes episódios eram alimentados pelas cenas teatrais do meu marido que aproveitava a minha imobilidade temporária para me fazer maldades ou imitar-me para me distrair da dor eléctrica. E eu, ora ria de mim, ora ria dele e esperávamos que passasse.

Menos sorte teve o meu marido no terceiro trimestre quando descobriu o poder de uma barriga cheia de bebé numa mulher: eu que nunca na vida ressonei – excepto em casos de constipação – passei a roncar como um homem de barba rija. Juro que cheguei a acordar com o meu próprio ronco, era vergonhoso e muito pouco feminino. E como se ressonar não bastasse, comecei a babar a almofada em modo “piscina olímpica” que me escorria pela cara. A sério, estas não eram condições para dormir e não havia meio de controlar o meu corpo a adoptar modos nocturnos menos burgessos.

Mas não foi tudo mau. Para mim o melhor do terceiro trimestre foi perceber, mais ou menos no início do último mês, que já conseguia deitar-me de barriga para cima (com quatro almofadas nas costas) e ver um filme ou ler sem estar obrigada a deitar de lado. Foi de sonho! Não sei o que mudou, mas a constatação quase me deixou feliz e sentia-me maravilhosa à noite poder vestir a camisa de noite, deitar-me na cama e ver os meus policiais entre almofadas na posição que sempre conheci. Era um dos meus momentos altos do dia. Tão bom quanto isso foi também verificar que comigo acontecia exactamente o oposto que todas as mulheres afirmavam: “vais deixar de dormir”. Eu? Eu até falei com a médica, no último mês começou a dar-me um sono digno de primeiro trimestre, parecia que andava drogada, dormia em qualquer lado duas horas descansadinha da vida. A médica respondeu-me que aproveitasse, eu não me fiz de esquisita e multipliquei as sestas. Tive dias em que cheguei a dormir duas sestas por dia e à noite ainda me deitava às horas habituais.

O pior, piorzinho, do terceiro trimestre foi sem dúvida uns dias de pressão extrema na bexiga em que cheguei muitas vezes a pensar que ia perder urina estando no meio da rua. Nesses dias eu só estava bem sentada e isso custou-me, pois custa-me muito estar parada. A isto acresceram algumas noites com dificuldades para me virar na cama (como eu gostaria de ter tido a ajuda de uma grua!) e, nos passeios prolongados uma dor muscular no fim da barriga que não me largava, que tornava os meus passos lentos ao contrário da rapidez com que costumo andar, dor que não desaparecia mas que também nunca me ajudou a entrar em trabalho de parto espontâneo por mais esforços e passeios que fizesse.

Ainda assim, como afirmei em textos anteriores, nada disto foi um calvário de atravessar. Ajudou saber que só faltavam umas semanas (no meu caso as semanas estavam sempre a crescer), ajudou-me ter muito trabalho e ter ainda muitas coisas para preparar e organizar.

O melhor conselho que posso dar para o terceiro trimestre é que as grávidas mantenham a cabeça ocupada, é meio caminho andado para se sentir menos frustração (no caso de sentirem que está a ser difícil) e não dar lugar a alguma sensação de que o tempo não passa relatada por amigas, mas que eu nunca senti. Senti sim que o parto nunca mais se dava (e não deu, teve de ser induzido), mas não tive a sensação de tempo parado porque todos os dias fazia acontecer alguma coisa: avançava com trabalho, fazia um lanche com amigos, jantava com a família, ia passear, fazia massagens, tratava da pele, ia ao cinema, fazia arrumações, avançava no quarto da herdeira, aproveitava para arrumações maiores e, todas sabemos, dentro de uma casa há sempre coisas para fazer. O que é preciso é não parar e tornar cada dia de alguma forma produtivo até ao último dia de gravidez.


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O pijama sensação!



Muita sensação tem causado este pijama! ❤ O modelito foi comprado na Old Navy em Nova Iorque e podem encontrá-lo aqui. A boa notícia é que podem fazer encomendas internacionais, pertence ao grupo GAP, não terão desgostos com falhas de envio. A má notícia é que além da versão cor-de-rosa não existe nada de azul, só preto. E só é giro se o objectivo for carnavalesco (digo eu que não gosto de ver bebés de preto, mas não vão por mim).

O pijama brilha no escuro, and I mean it! Não é uma amostra de brilho. Mas o brilho é de cor amarela, calculo que a versão nocturna que aparece no site pertença à versão preta. Uma leitora comentou que as crianças ficam extasiadas a contemplar o pijama e não querem dormir. Talvez, mas em crianças. Na idade da minha filha ela não faz ideia o que tem vestido, no fundo isto é giro é para os pais.

O algodão é óptimo, a piquena vê-se bem no escuro o que acaba por ser muito engraçado. Só tenho pena de não ter comprado outro maior para usar no inverno do ano que vem.

Sugestão: a herdeira até é alta e comprei um tamanho 3-6 meses quando ela já está de 6,5 meses. Claramente vai servir todo o outono/inverno que se aproxima. Os americanos são para o grandote, recomendo que escolham um tamanho abaixo do habitual. 

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13.9.17

Conselhos giros para conseguir acordar!


O que eu mais gosto deste conselho: um pequeno-almoço pelo qual ansiar.

O que eu precisava: colocar o despertador do outro lado do quarto.

O resto já é prática habitual.


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12.9.17

Desejo de consumo #24





Ai, dá-se-me uma coisa! 
A minha folhinha! 

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Ajuda para negócios: fotografia



A primeira fotografia representa a fotografia seguinte, o modelo recortado sem qualquer fundo. Não é giro?

Não é nenhuma novidade, em qualquer negócio de venda online a qualidade fotográfica é muito importante, pode significar a venda ou a desistência. E mesmo assim acho que os meus sapatos são sempre mais giros ao vivo do que em fotografia, pelo que procuro a melhor qualidade fotográfica possível.

Uma das chatices dos trabalhos fotográficos é a edição, que leva que tempos, recortar todos os cantinhos, curvas e contra-curvas para dar ao modelo um fundo infinito. Além de fazer a sessão fotográfica ainda é preciso aguardar e pagar pela edição, tudo para inserir o produto na loja online quando muitas vezes o stock já está no armazém e eu em brasa para ver tudo desaparecer o quanto antes. 

E é aqui que entra a novidade: surgiu recentemente a One Shoot que tem uma mesa de fotografia extraordinária, trabalha com um tablet, vemos ao momento o que está a aparecer na imagem, escolhemos quando disparamos a fotografia e em segundos dá-nos o resultado, permite aumentar ao pormenor, com o artigo já recortado e pronto a inserir na loja online. No meu tipo de artigo, algumas vezes precisa de retoques de imagem para apurar a cor e outros pormenores, mas logo no primeiro disparo estão poupadas horas de trabalho, podemos sair do estúdio com uma pen e sabem lá a alegria que isso é.

"Oooh, mas eu moro em Vimioso, já perto da fronteira e é muito longe para mim!". Não fiquem tristes, a One Shoot oferece três tipos de serviços:

Serviço Standard - o cliente controla a sessão fotográfica e tira todas as fotografias (depois de a One Shoot ensinar como se faz). 

Serviço Premium - a One Shoot encarrega-se da sessão fotográfica e entrega ao cliente as fotografias prontas a serem utilizadas numa pen ou envia os ficheiros, em caso de ausência do cliente.
Serviço Super Premium - é a vida facilitada, a One Shoot recolhe os artigos, fotografa, devolve a mercadoria e entrega as fotografias. 

Portanto, em qualquer ponto do país, qualquer empresa pode ter acesso a este serviço que é pago à hora.

Fica a dica, experimentei e adorei o resultado, seguindo a página de Instagram da One Shoot podem ver a quantidade de marcas conhecidas que estão a recorrer a esta novidade tecnológica.

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11.9.17

Chegaram as novas CLOUDS Ballerinas

CLOUDS Pointy Pink

CLOUDS Secret Nude

CLOUDS Secret Nude Metalic 

CLOUDS Secret Pink Snake

CLOUDS Elastic Grey

CLOUDS Easy Piton

CLOUDS High Nude Metalic

CLOUDS High Silver



Não foi fácil, foi um "parto" extremamente moroso, mas aqui está ele. Finalmente as CLOUDS Ballerinas by ROS LISBON estão de regresso! Esta foi a primeira colecção, adorei o resultado e a recepção foi óptima. Mas depois de ter andado dois anos em busca de uma fábrica que fizesse sabrinas como eu queria, ao encontrá-la parecia que adivinhava quando comentei: "agora não me vá fechar a fábrica!". E seis meses depois de começar, o dono anunciou-me o fim da fábrica, tinha outros negócios e tinha de se dedicar àqueles que geravam mais lucro e davam menos trabalho.

Ficou assim interrompida a edição das CLOUDS Ballerinas, uma nova procura em curso, novos trabalhos, novos testes, foi começar tudo do início para chegar a esta nova edição.

Já que tinha recomeçar, quis renascer com um twist e trazer mais do que as sabrinas básicas, dar um salto para o nível seguinte. Desta vez as sabrinas já não são todas iguais nos modelos. 

Existe o modelo CLOUDS Secret, porque por dentro trazem um segredo, uma cunha de 3cm para dar mais conforto ao caminhar, para não ser um modelo totalmente raso. O salto é imperceptível que a olho, quer na utilização.    

O modelo CLOUDS Pointy traz um pequeno salto que também não se sente e a frente termina em bico, alongando a perna. Adoro este modelo, acho tão chique!

As CLOUDS Elastic são das minhas eleitas. Não tem o lacinho característico das sabrinas, tem a mesma forma e cunha que a versão Secret, mas neste modelo conta com um elástico que fecha o modelo junto ao pé, sem magoar. E o difícil que é encontrar sabrinas de elástico que não magoem? Na maioria das vezes o elástico magoa no calcanhar e, sabendo isso, dei-lhe um calcanhar com suave forro em pele, sem qualquer pressão de elástico. Adoro-as.

Não seria eu se não fabricasse um modelo a pensar nas viagens de avião e nos pés que incham, nas pessoas com pés inchados de forma crónica e nas grávidas. As CLOUDS Easy foram fabricadas para facilitar a vida: têm o mesma forma e cunha que a versão Secret, mas não existe laço, elástico, nada. É só calçar e relaxar. Percebi que as pessoas de pés inchados têm dificuldade em encontrar sabrinas e tive uma amiga que no fim da gravidez já não tinha pés, era uma brutal retenção de líquidos nunca antes vista que me fez pensar em criar qualquer coisa que não obrigasse estas mulheres a passar a vida de Havaianas.

E as CLOUDS High, um modelo mais festivo ou arranjadinho, um salto alto de 5cm que não se sente, perfeito para quem não gosta de andar de saltos mas até queria usar uns e que, opinião pessoal, adoro ver com calças curtas.

Todos estes modelos têm palmilha acolchoada com nervuras de micro-massagem, uma sola de couro aveludado com injecção de borracha para combater a cruel calçada portuguesa e forro em pele extra-suave. Quis mesmo criar um conceito espectacular de sabrinas. Basicamente procuro fazer o que quero para mim e isso tem sido o sucesso da marca.

Agora faltam fotografias de todos estes modelos calçados, em situações reais. A seu tempo, quando eu voltar das terras do tio Sam.

Entretanto encontram todos os modelitos aqui. Quem tiver medo de encomendar online pode sempre agendar uma marcação no showroom em Miraflores/Algés.

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Start spreading the news!


Ah, vontadinha!

Eu sei, eu sei, é 11 de Setembro, só vi depois de marcar. Não agoirem!

Já que não vão na mala, podem seguir-me na viagem através do Instagram do blogue.

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8.9.17

AirBnb: mais uma recomendação para Lisboa







Perco a conta à quantidade de vezes que recebo mensagens do tipo: "Maçã, onde recomendas alugar casa em Londres?", "Onde recomendas alugar casa em Roma?", "sou do norte e vou a Lisboa, recomendas alguma casa?" e outras cidades.

Eu sou muito fã e utilizadora do AirBnb (que tanto tem dado que falar). É mais barato do que um hotel, é mais espaçoso, não obriga a fazer todas as refeições na rua o que faz poupar em viagens (na carteira e no tamanho das coxas) e geralmente dá para negociar as horas de check out em vez de ter de abandonar o espaço logo pela manhã quando o voo é só à noite. Eu só vejo vantagens em alugar casa em vez de ficar num hotel.

Mas claro, há diferenças. Se eu for para a Tailândia prefiro um hotel de luxo asiático, mas se for para Viena, Madrid, Roma, Paris, etc., prefiro mil vezes alugar casa.

E acredito que se fosse visitante em Lisboa quereria também alugar casa, pelo que vos deixo outro sítio de confiança de amigos, onde podem marcar sem medos, não estarão em risco de ver um dos vossos rins roubado para o mercado negro. Nesta casa o Diogo, impecável, tratará de vos dar a ajuda que precisarem, num sítio simpático, luminoso, agradável e confortável, tudo no centro histórico da cidade. Dou a minha palavra que serão bem atendidos. Prova disso é a casa estar no mercado há um mês e já está cheia de estrelinhas que a marcam como um excelente spot.

Dentro de umas semanas terei um novo AirBnb para sugerir em NYC, mas até lá fiquem com o link das sugestões que fiz até aqui. Nada de aldrabices, tudo experiência pessoal ou pessoas do meu círculo de amigos, como é este caso.

Para terem um desconto AirBnb, marquem através deste link que está ligado ao meu perfil. Desta forma vão numa espécie de recomendação da minha parte e pagam menos 35€ na primeira noite.

#istonãoépublicidade #istoéamaçãqueéjóiadepessoa

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© A Maçã de Eva

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